{"id":14,"date":"2013-09-29T12:49:08","date_gmt":"2013-09-29T12:49:08","guid":{"rendered":"http:\/\/www.joemca.com\/?page_id=14"},"modified":"2025-01-04T10:32:49","modified_gmt":"2025-01-04T10:32:49","slug":"cafjec","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.joemca.com\/?page_id=14","title":{"rendered":"Hist\u00f3ria"},"content":{"rendered":"\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Centro de Acolhimento e Forma\u00e7\u00e3o de Jovens em Caminhada<\/h4>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"300\" height=\"255\" src=\"http:\/\/www.joemca.com\/wp-content\/uploads\/2013\/09\/CAFJECFoto-300x255.jpg\" alt=\"CAFJECFoto\" class=\"wp-image-39\" srcset=\"https:\/\/www.joemca.com\/wp-content\/uploads\/2013\/09\/CAFJECFoto-300x255.jpg 300w, https:\/\/www.joemca.com\/wp-content\/uploads\/2013\/09\/CAFJECFoto-400x341.jpg 400w, https:\/\/www.joemca.com\/wp-content\/uploads\/2013\/09\/CAFJECFoto.jpg 747w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-center wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No dia de 17 Janeiro de 1988, na Faculdade de Filosofia, realizou-se uma reuni\u00e3o em que estiveram presentes os jovens da Equipa Diocesana e a maioria dos Animadores dos Grupos. O ponto \u00fanico de agenda era o projecto de lan\u00e7armos m\u00e3os \u00e0 constru\u00e7\u00e3o de uma casa que pudesse ser a &#8220;nossa&#8221; casa, onde realizar\u00edamos as ac\u00e7\u00f5es de forma\u00e7\u00e3o para os jovens do Movimento e onde, simultaneamente, pud\u00e9ssemos acolher jovens carenciados, sem abrigo e em alto risco.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De facto, o trabalho at\u00e9 ent\u00e3o realizado com os jovens dos quatro&nbsp;cantos da Diocese tinha-nos colocado perante situa\u00e7\u00f5es dram\u00e1ticas de&nbsp;jovens abandonados, sujos e esfomeados que frequentemente nos pediam ajuda. E, porque jovens crist\u00e3os, n\u00e3o pod\u00edamos ficar&nbsp;indiferentes, mas antes dev\u00edamos ser, para eles, sinal libertador do Reino.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Este projecto foi acolhido entusiasticamente por todos, e a partir deste momento os grupos de Jovens em Caminhada come\u00e7aram a sentir-se mobilizados. E foi bonito ver a enorme diversidade de iniciativas que os Grupos come\u00e7aram a levar a cabo, com a finalidade de angariar dinheiro para que este sonho se transformasse em realidade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O P. Costa Pinto informou o senhor Arcebispo deste projecto que foi por ele acolhido com palavras de carinho e est\u00edmulo. Em seguida, falou com o Senhor Presidente da C\u00e2mara, Eng. Mesquita Machado, que igualmente acolheu o nosso projecto com entusiasmo e, de imediato, ofereceu a antiga &#8220;Casa da Roda&#8221; para, se assim quis\u00e9ssemos, ser o lugar onde poder\u00edamos concretizar o nosso sonho.<br>Visit\u00e1mos a Casa que estava em ru\u00ednas, mas que pelo espa\u00e7o e pela situa\u00e7\u00e3o, no Centro da Cidade, logo nos pareceu irrecus\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A primeira fase das obras come\u00e7ou a 2 de Janeiro de 1990. Para esta fase, tivemos o contributo do Instituto de Juventude e da Companhia de Jesus, para al\u00e9m do contributo dos nossos grupos e de Benfeitores, de todo o Portugal, muitos deles desconhecidos de n\u00f3s, mas que estavam unidos ao nosso projecto em prol dos mais desfavorecidos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para a 2\u00aa fase, j\u00e1 tivemos a comparticipa\u00e7\u00e3o da Seguran\u00e7a Social, em 65% dos custos. E foi, sem d\u00favida, uma comparticipa\u00e7\u00e3o muito importante. Esta fase arrancou em 1993 e terminou em Janeiro de 1994. O nosso sonho estava realizado, com a b\u00ean\u00e7\u00e3o de Deus e a generosidade de muitos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A inaugura\u00e7\u00e3o teve lugar a 19 de Fevereiro de 1994 e dela damos conhecimento com o relato publicado na nossa Revista Jovens em Caminhada, de Mar\u00e7o desse mesmo ano.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O esp\u00edrito que orienta o C.A.F.J.E.C. est\u00e1 patente nas palavras que a Lena dirigiu a todos os presentes, na sess\u00e3o de inaugura\u00e7\u00e3o e que transcrevemos pelo alto significado que encerram e que s\u00e3o, para todos, como que um &#8220;programa&#8221; de ac\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Tamb\u00e9m apresentamos um relat\u00f3rio-s\u00edntese dos acolhidos at\u00e9 Agosto de 2005. Por fim, transcrevemos alguns testemunhos de jovens acolhidos no C.A.F.J.E.C. que servem, para todos, de est\u00edmulo e de ac\u00e7\u00e3o de gra\u00e7as a Deus.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quando a 17 Janeiro de 1988 lan\u00e7\u00e1mos \u00e0 terra a semente deste grande projecto, morava em cada um de n\u00f3s esta certeza: &#8220;se n\u00e3o for o ~enhor a construir a casa em v\u00e3o trabalham os que a constroem&#8221; Salmo 126,1). Esta certeza foi-nos acompanhado ao longo destes ~nos e, por isso, a coloc\u00e1mos no cabe\u00e7alho de cada folha informativa .\u00a1ue periodicamente public\u00e1mos, dando conta das ofertas que \u00edamos ccebendo e das iniciativas que se iam realizando, em diversos pontos .to nosso Distrito, para angaria\u00e7\u00e3o de fundos.<br>Hoje, dia em que sonho que acalent\u00e1mos se torna realidade, a ninha primeira palavra \u00e9 de louvor e agradecimento a Deus, ao Deus Fiel que nos acompanhou em todos os momentos e que uma vez mais \u00bbe manifestou como o Grande Construtor de toda a obra autenticamente humana.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A segunda palavra \u00e9 para todos e cada um de v\u00f3s, aqui presentes e para tantos e tantos que, desde Bragan\u00e7a a Macau se identificaram com este projecto e para ele contribu\u00edram com as suas ofertas. Permiti que, por dever de justi\u00e7a e gratid\u00e3o, aqui retira alguns. Nos primeiros passos deste projecto estiveram dois nossos Amigos&#8221; o Senhor Arcebispo que acolheu o nosso sonho com palavras estimulantes e o Senhor Presidente da C\u00e2mara de Braga que, sensibilizado pelo nosso projecto a favor dos mais <span style=\"font-size: revert; color: initial;\">carenciados e esprotegidos, nos cedeu generosamente este magn\u00edfico edif\u00edcio, ent\u00e3o a amea\u00e7ar a ru\u00edna, e isponibilizou os Servi\u00e7os T\u00e9cnicos da C\u00e2mara para a feitura do projecto e acompanhamento e fiscaliza\u00e7\u00e3o da obra, na pessoa do Senhor Arquitecto M\u00e1rio Louro e do Senhor Engenheiro Nuno Lopes.<\/span><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Outras duas entidades que contribu\u00edram com subs\u00eddios significativos para a l&#8221; fase da constru\u00e7\u00e3o foram o Instituto de Juventude- com 4.500 contos- e a Companhia de Jesus, tanto pela m\u00e3o do pr\u00f3prio Superior Geral, como por meio da Prov\u00edncia Portuguesa e da Comunidade da Faculdade de Filosofia, e cujo o montante ascendeu a mais de 7.000 contos. Para a 2\u00aa fase de constru\u00e7\u00e3o foi determinante o apoio que obtivemos do Centro Regional da Seguran\u00e7a Social de Braga que comparticipou com 65% do custo global. Sem tal comparticipa\u00e7\u00e3o, dificilmente poder\u00edamos ter elevado a cabo este projecto. Al\u00e9m disso, ainda esperamos receber um subs\u00eddio confort\u00e1vel do Fundo de Socorro Social, j\u00e1 por n\u00f3s solicitado e com parecer favor\u00e1vel deste Centro Regional.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Queria ainda destacar o contributo de alguns benfeitores amigos, presentes aqui no nosso meio, cada um dos quais ofereceram algumas centenas de contos. Se os n\u00e3o nomeio \u00e9 porque eles mesmo fizeram quest\u00e3o de permanecer no anonimato, de acordo com o preceito do Senhor Jesus&#8221; &#8221; n\u00e3o saiba a tua m\u00e3o direita o que faz a esquerda&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Al\u00e9m destes benfeitores, houve uma multid\u00e3o quase incont\u00e1vel de pessoas &#8211; muitas delas totalmente desconhecidas &#8211; que, do Alto Minho ao Algarve e do Funchal a Macau, nos enviaram as suas ofertas juntamente com palavras carregadas de carinho e est\u00edmulo. N\u00e3o posso deixar de citar alguma delas pelo alto significado que encerram de solidariedade e amor: &#8221; Sou uma velha de 73 anos e vi\u00fava, mas quero contribuir para a constru\u00e7\u00e3o dessa obra de t\u00e3o grande alcance&#8221;; &#8221; \u00c9 gratificante poder contribuir, ainda que com um valor insignificante, para uma obra deste g\u00e9nero. Bem haja e que consiga realizar todos os seus sonhos , &#8220;Pe\u00e7o que me inclua no n\u00famero dos vossos amigos pois s\u00f3 tenho pena de n\u00e3o poder dar mais. Tenho 77 anos e vivo com a minha esposa duma pens\u00e3o de 23.000$&#8221;; &#8221; a obra que pensam realizar \u00e9 inspirada por Deus. Como eu e a minha mulher j\u00e1 n\u00e3o estamos em idade de ajudar de outra forma, junto envio 10.000$. \u00c9 pouco, mas a minha reforma, \u00fanico rendimento familiar, n\u00e3o d\u00e1 para mais , &#8220;Soube do projecto que querem levar a cabo para acolher jovens desamparados. Estou a residir neste Lar de N.\u00aa S.\u00aa da Caridade e sou deficiente, ando numa cadeira de rodas. Mas quero oferecer 1.000$ para essa obra t\u00e3o merit\u00f3ria e tamb\u00e9m uma minha companheira que \u00e9 individual oferece 500$&#8221;; Quero ajudar a vossa obra com uma pequenita oferta de 5.000$ e fa\u00e7o votos para que Deus vos ajude. N\u00e3o posso dizer quem sou, pois se o meu marido soubesse que dei esta oferta, talvez fosse caso de separa\u00e7\u00e3o. Mas o importante \u00e9 que Deus sabe quem sou&#8221;. A beleza destas palavras e a nobreza de sentimentos que espelham falam por si!<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma palavra muito especial vai para todos os Jovens em Caminhada, espalhados por dezenas de grupos, neste nosso Distrito e Arquidiocese. A generosidade sacrificada e a disponibilidade alegre com que realizaram ac\u00e7\u00f5es t\u00e3o diversificadas para angaria\u00e7\u00e3o de fundos- desde t\u00f4mbolas ao cantar dos Reis- simbolizavam e realizavam o cuidar carinhoso desta semente lan\u00e7ada \u00e0 terra e a que Deus ia dando incremento. Foram tantas horas ao sol ou \u00e0 chuva, tiradas ao descanso merecido ou ao divertimento leg\u00edtimo, foram<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">caseiras e preocupa\u00e7\u00f5es, foi suor e ren\u00fancia! Hoje, com alegria profunda, podemos afirmar: valeu a pena!<br>Para todos sem excep\u00e7\u00e3o vai esta palavra agradecida que quero que se transforme em abra\u00e7o fraterno e amigo de profunda gratid\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Pelo que acabei de dizer, ressalta claro como todo este nosso projecto est\u00e1 marcado pela solidariedade humana e crist\u00e3. E esta solidariedade realizou o &#8220;milagre&#8221; de conseguirmos os mais de sessenta mil contos que se gastaram com as obras de constru\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Agora, continuamos a contar com a solidariedade de todos para conseguirmos o que necessitamos para o equipamento e que estimamos em cerca de dez mil contos.<br>Conclu\u00edda a constru\u00e7\u00e3o de pedra, o Centro de Acolhimento e forma\u00e7\u00e3o Jovens em Caminhada (CAFJEC) estar\u00e1 daqui em diante ao servi\u00e7o apaixonante da tarefa da constru\u00e7\u00e3o do homem e do humano, nas suas quatro val\u00eancias fundamentais: a) atendimento de jovens com ,problemas e que desejam pedir orienta\u00e7\u00e3o, conselho ou ajuda; b) acolhimento de jovens marginalizados ou em alto risco, carenciados ,ou desprotegidos que encontrar\u00e3o no CAFJEC uma fam\u00edlia que os abra \u00e0 vida e \u00e0 esperan\u00e7a e os ajude \u00e0 reinser\u00e7\u00e3o social; c) forma\u00e7\u00e3o integral dos jovens, mediante a realiza\u00e7\u00e3o de diversas ac\u00e7\u00f5es de forma\u00e7\u00e3o; d) por fim, entrar\u00e1 em funcionamento, n\u00e3o j\u00e1 de imediato mas proximamente, o &#8220;Telefone da Esperan\u00e7a&#8221; a que poder\u00e3o recorrer pessoas com situa\u00e7\u00e3o existencial desesperada ou dram\u00e1tica e para puem, tantas vezes, a \u00fanica perspectiva que se lhes afigura \u00e9 o suic\u00eddio.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para todas estas tarefas, contaremos com um corpo fixo, de pessoas pagas e de acordo com o protocolo que assinaremos com o Centro Regional de Seguran\u00e7a Social. Mas contaremos igualmente oro um numeroso corpo de volunt\u00e1rios jovens e adultos &#8211; a quem daremos forma\u00e7\u00e3o adequada e que ser\u00e3o o gesto vis\u00edvel da solidaricdade feita servi\u00e7o por amor aos mais desfavorecidos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para al\u00e9m das val\u00eancias acima referidas, o CAFJEC estar\u00e1 aberto a todos os desafios que as mudan\u00e7as sociais e culturais nos lancem no futuro. Por isso, ser\u00e1 uma estrutura aberta e din\u00e2mica em que apenas uma realidade permanecer\u00e1 inalter\u00e1vel: o amor com que queremos marcar todos quantos por aqui passarem.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estamos conscientes das dificuldades que vamos sentir e das responsabilidades que assumimos. Sabemos que a constru\u00e7\u00e3o que hoje iniciamos- constru\u00e7\u00e3o do homem- \u00e9 muito mais dif\u00edcil do que a constru\u00e7\u00e3o que hoje acabamos- a constru\u00e7\u00e3o do edif\u00edcio. Mas sabemos tamb\u00e9m que o Senhor continuar\u00e1 a ser o grande construtor desta obra e, aliados com Ele, queremos colocar ao servi\u00e7o dos homens aquelas qualidades juvenis que o Papa Jo\u00e3o Paulo II referiu na mensagem que dirigiu aos jovens Portugueses na Eucaristia do Parque Eduardo VII, em 14 Maio de 1982, aquando da sua primeira visita apost\u00f3lica a Portugal: &#8220;alegria, esperan\u00e7a, transpar\u00eancia, aud\u00e1cia, criatividade, idealismo&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Continuamos a contar com todos v\u00f3s, aqui presentes, e com todos os amigos e benfeitores que ao longo destes anos estiveram connosco. Queremos dizer-vos que os Jovens em Caminhada est\u00e3o hoje muito felizes e queremos partilhar convosco esta felicidade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Passados quase cem anos, este edif\u00edcio recupera a fun\u00e7\u00e3o de solidariedade social que o marcou e que lhe fez mudar o nome de &#8220;Casa dos Paivas&#8221; para &#8220;Casa da Roda&#8221;. Em 1887, a C\u00e2mara Municipal de Braga alugou este edif\u00edcio para hosp\u00edcio dos Expostos, acolhendo, durante alguns anos, crian\u00e7as abandonadas. Cem anos depois, e com a nova denomina\u00e7\u00e3o de CAFJEC- Centro de Acolhimento e Forma\u00e7\u00e3o Jovens em Caminhada- recome\u00e7a a ser lugar de acolhimento para jovens abandonados e marginalizados.<br>Braga est\u00e1 de parab\u00e9ns! Estamos todos de parab\u00e9ns!<br>(Maria Helena Jacinto Sarmento Pereira)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Centro de Acolhimento e Forma\u00e7\u00e3o de Jovens em Caminhada No dia de 17 Janeiro de 1988, na Faculdade de Filosofia, realizou-se uma reuni\u00e3o em que estiveram presentes os jovens da Equipa Diocesana e a maioria dos Animadores dos Grupos. 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